Tradução técnica é a tradução de documento especializado, onde o termo certo não é preferência, é exigência. Um contrato, uma bula, um relatório de inspeção e um dossiê regulatório têm vocabulário próprio, e trocar uma palavra muda o que o documento diz.
O custo de errar não é estético. Um termo errado num contrato vira renegociação. Numa bula, vira exigência da agência reguladora. Num laudo de engenharia, vira obra parada.
Como o preço é calculado
A tradução técnica é cotada por lauda, que é a unidade de 1.000 caracteres. É diferente da tradução juramentada, que a gente cobra por documento, e a razão é simples: documento técnico varia muito de tamanho, de duas páginas a um manual inteiro, então cobrar por documento não faria sentido para nenhum dos dois lados.
O que influencia o valor:
- O volume. Projetos maiores têm condições próprias.
- A área. Regulatório e patente pedem revisor com formação específica.
- O idioma. Pares menos comuns têm menos especialistas disponíveis.
- A urgência. Prazo apertado reorganiza a equipe.
- O formato. Arquivo editável é mais rápido que documento digitalizado.
Por que o mesmo termo precisa aparecer sempre igual
Ninguém compra glossário, então vale explicar o que ele resolve. Num documento longo, ou numa série de documentos do mesmo cliente, o mesmo termo técnico pode ser traduzido de três jeitos diferentes por três pessoas diferentes. Quem lê do outro lado nota, e isso costuma virar pedido de revisão.
A gente mantém um glossário por cliente. O termo que você já aprovou uma vez continua igual no documento seguinte, e no do ano que vem.
Precisa ser juramentada também?
Depende de quem vai receber. Se o destino é um órgão oficial, uma agência reguladora ou um processo judicial, normalmente sim. Se é um cliente, um parceiro ou uso interno, a tradução técnica sozinha resolve.
Na dúvida, nos diga para onde o documento vai, que a gente responde qual tipo ele exige. Veja também tradução juramentada e a página para empresas.